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Postada em: 20/07/2017

Sindicalistas rebatem informação do Ministro da Fazenda

Sindicalistas rebatem informação do Ministro da Fazenda

Segundo uma publicação em sua conta no Twitter, o ministro da fazenda, Henrique Meirelles, publicou que as "contratações superaram as demissões".
Meirelles se refere aos números divulgados no início da semana pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Caged, que apontaram a abertura , em junho, de mais de nove mil novos postos de trabalho no país.
Entretanto, em Carazinho/RS, o cenário é totalmente contrário. Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, Paulo Costa (Paulinho), esses números não procedem. "Em nosso sistema consta no mês de junho 26 pessoas demitidas, em julho mais de 10 demissões diretas". O lider sindical se refere que as demissões ocorrem sem contratações. "Sabemos que em Carazinho diversas empresas passam por instabilidade, muitos inseguros e por isso acabam enxugando o quadro de colaboradores". Para o Sindicalista, o ramo da indústria não há contratações devido ao momento político e econômico vivido pelo Brasil, sendo que a insegurança impede novas vagas de empregos.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Construção, Olmiro Chaves, também não vê aumento nas contratações. "Aqui está completamente parado, não houve abertura de vagas e as demissões pararam. O setor está estagnado. Se a economia melhorar, talvez as coisas mudem, mas não tem como prever".
Na edição dos dias 19 e 20/07, o jornal diário da manhã apresentou em números sobre os empregos e as demissões em Carazinho.
Aproximadamente 3.954 estabelecimentos registrados, sendo que até junho foi realizado 2.533 contratações e 2.717 demissões. Hoje, a cidade tem 13.020 pessoas trabalhando formalmente. De janeiro a junho, somente em fevereiro e março houve mais contratações do que demissões. Porém, em maio, foi registrado o mês em que mais houve demissões, pra ser exato, foram 159 demissões a mais de contratações.
De modo geral, se considerada a média, por mês, foram feitas 422 contratações enquanto as demissões chegaram a 452.
Na mesma linha hipotética, se considerado este ritmo e sem que haja reação do mercado de trabalho, a tendência é de que até o final do ano haverá 360 pessoas a menos no mercado de trabalho formal!

Fonte: assessoria de imprensa dos Metalúrgicos/Diário da


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